Usando o Vim como IDE Rails

21/abril/2009, por RubyBR · 1 Comentário
Categoria: Artigos 

Num post dessa semana, falamos sobre como escolher um editor para Ruby/Rails, e uma das opções para ambiente Linux era o Vim, presente em praticamente todas as distribuições.

Só para reforçar, através do plugin Rails.vim é possível transformar o Vim numa poderosa ferramenta para o framework.

Se você tem dúvidas disso, basta ver esse belo tutorial (em português) do mestre TaQ, onde ele revela as funcionalidades mais interessantes desse plugin.

Sei que muita gente tem medo da interface pouco amistosa do Vim, mas o plugin é um bom motivo para você sentir alguma curiosidade e testar o editor. E daí, vai encarar?

Escolhendo o melhor editor para Ruby on Rails

16/abril/2009, por RubyBR · 7 Comentários
Categoria: Artigos, Ruby, Ruby on Rails 

O editor de textos é o nosso grande amigo de trabalho. Se ele não for eficiente e eficaz, certamente irá complicar ainda mais nossa vida, trazendo uma série de dificuldades - por isso sua escolha é importante.

Na hora de escolher qual será seu fiel escudeiro editor para trabalhar com Ruby on Rails (ou mesmo Ruby), alguns itens importantes devem ser levados em consideração. O blog Guate On Rails elaborou uma interessante lista de itens que devem ser verificados na escolha do editor. Veja se não está na hora de abandonar o bloco de notas:

1. Coloração de sintaxe para Ruby/Rails

Com isto queremos dizer qeu seu editor deve fornecer uma forma simples de oferecer coloração ao código de arquivos do tipo *.rb, *.rhtml, *.html.erb, *.js, *.yml e *.json. Se o seu editor não pode fazer isso, ou se para fazer isso você deve gastar mais de 5 minutos, é hora de dizer-lhe tchau.

2. Auto-Completar Código

Bem, não estamos falando de que se você escrever uma parte de uma função, o editor retorne todas as funções da API. Estamos falando que ao digitar alguns poucos caracteres (como @ja) o editor possa de forma automática ou com uma combinação de teclas retornar @javier_e_o_maximo. Isto deve-se ao fato de que Rails trabalha numa base de constante chamadas a simbolos, variáveis de instância, nomes de classes e métodos. E você não acredita quanto tempo pode perder buscando um erro causado por uma letra errada na chamada de uma variável ou função.

3. Fragmentos de Código (Code Snippets)

Uma das principais razões pela qual um editor é ou não é adequado para Ruby on Rails. Seu editor deve permitir-lhe escrever algo como:

vu + TAB   ou   vu + CTRL + ENTER   ou   vu + SPACE

ou algo parecido com isso, devendo retornar como resultado

validates_uniqueness_of :nome_do_campo, :message=>”Este valor já está em uso”

dando depois a possibilidade de modificar FACILMENTE (uma tecla) :nome_do_campo e “Este valor já está em uso”. Isto é conhecido como “placeholders”.

A criação e modificação desses fragmentos de código deve fazer parte do editor, ou ter uma maneira fácil de se poder faze-lo. Se você leva mais de 60 segundos para adicionar, modificar ou eliminar um fragmento de código, seu editor está longe de ser indicado.

NOTA: A adição ou modificação de fragmentos não deve exigir que você reinicie seu editor.

4. Fácil navegação entre Arquivos

Devido a forma como Rails organiza seus arquivos, existe a necessidade de navegar rápida e repetidamente entre muitos deles. Estes arquivo normalmente estão relacionados entre sí, por exemplo se estou trabalhando numa view chamada mostrar_clientes.html.erb é certo que vou querer trabalhar também no controller clientes_controller.rb e no model cliente.rb. O editor deve propiciar a mudança entre eles de maneira rápida e fácil, em especial sem a necessidade de usar o mouse para poder mudar de arquivo ou buscá-los. Também deve incluir em seus requisitos que o editor permita visualizar uma árvore de diretórios de seu projeto; não vão acreditar o quanto é frustrante não poder acessar rapidamente um determinado diretório, ou pior, ter que usar o gerenciador de arquivos de seu sistema operacional para chegar até eles.

5.  Buscas em todo o projeto

Simples, mas extremamente necessário, a possibilidade de poder buscar um simbolo dentro de todos os arquivos, no interior de uma pasta específica e/ou de suas subpastas.

6. Não necessitar de 4GB de RAM para rodar

Exagero, mas não estou mentindo. Existem editores que pedem mais recursos que um simulador de vôo. Se quiser trabalhar tranquilamente, escutando sua música favorita e deixando uma mensagem no Twitter, por favor mantenha distância deste tipo de editor.

Bom, parece que é isso. Cobrimos as bases de um bom editor de Rails, e qualquer coisa muito além disso tem a ver com gosto pessoal ou vantagem competitiva. Abaixo, veja alguns exemplos de editores que cobrem estes requisitos e um pouco mais.

  • Apple: TextMate (O Rails nasceu neste editor)
  • Windows: E-texteditor (O que mais se aproxima do TextMate para Windows)
  • Linux: Gedit (Não acreditam como ele se sai bem), Vim (Todos os servidores tem Vi ou Vim instalado, vale a pena aprender a usá-lo), Emacs (Também interessante)

Escolha seu editor, e bom trabalho!

[Artigo traduzido do blog GuateOnRails]

Live CD para desenvolvedores Rails baseado no Ubuntu

25/fevereiro/2009, por RubyBR · 1 Comentário
Categoria: Artigos, Ruby on Rails 

O TurnKey Ruby on Rails é um live CD fácil de usar, leve, baseado no Ubuntu, contendo um ambiente completo para desenvolvimento em Rails que pode rodar num computador comum ou numa máquina virtual.

A última versão estável é baseada no Ubuntu 8.04.1 Hardy LTS e foi criado para oferecer aos usuários um ambiente totalmente pré-configurado para que você não esquente a cabeça na hora de desenvolver aplicações Rails, tudo isso com a máxima usabilidade, eficiência e segurança.

O TurnKey vem com o Rails 2.2.2. O gerenciador web tem tema do Mac OS X e um novo console de configuração e instalação escrito em Python.

[via SoftPedia]

Yesss! Ruby Inside lança versão brasileira

20/fevereiro/2009, por RubyBR · 1 Comentário
Categoria: Artigos 

Finalmente, teremos uma nova fonte de notícias acerca do mundo Ruby. Nesta semana, foi lançado o Ruby Inside - versão brasileira Herbert Richards. Olha que interessante: o site brasileiro é o primeiro da ‘franquia’ fora dos EUA!

A brilhante iniciativa foi do Fernando Quadro, que, junto de seus colaboradores, estão trazendo as novidades direto da matriz americana.

Está dado o aviso: para saber as novidades sobre Ruby, Rails e afins, acesse www.rubyinside.com.br. E www.ruby-br.org também.

[via BR-Linux]

isitruby19.com aponta a compatibilidade das gems

9/fevereiro/2009, por RubyBR · 2 Comentários
Categoria: Artigos, Ruby 

Um novo site oferece informações sobre a compatibilidade das gems com a versão 1.9 do Ruby. O isitruby19.com possibilita aos programadores acompanhar a aceitação das gems com a nova versão do Ruby através do feedback de usuários que já testaram as gems no 1.9.

A ferramenta acelera a migração, pois reduz a dúvida se uma determinada gem funcionará no Ruby 1.9. Na verdade, a ferramenta ajuda, mas como diz o ditado, é bom fazer testes mesmo assim.

Está migrando um projeto para a nova versão? as gems funcionaram? então publique seu diagnóstico no site, aumentando a quantidade de reviews. Ainda está pensando em desenvolver para o 1.9? faça o teste das gems que vai usar, e também contribua. É a sua chance de colaborar com a comunidade.

[via RubyInside]

DebGem - ou “como instalar o Rails com um apt-get”

31/janeiro/2009, por RubyBR · 1 Comentário
Categoria: Artigos 

DebGem é uma ferramenta que permite a sistemas Debian e baseados nele (leia-se Ubuntu) instalar as gems diretamente a partir do apt-get, em vez de utilizar o Ruby-gems. Com ela, instalar o Rails resume-se a 

apt-get install rails

A DebGem evita a necessidade de ter dois diferentes sistemas de gerenciamento de pacote/instalação no sistema, e tem como vantagem usar o apt, opção já nativa do Debian.

O serviço funciona basicamente como um repositório apt, simplesmente adicionando-se ao sources.list, com a promessa de disponibilizar lá todas as gems disponíveis no RubyForge e Github.

DebGem é até interessante, e está gratuita por enquanto. Mas tenho dúvidas se é tão útil a ponto de justificar ser pago após essa promoção de lançamento.

[via extendi]

BrazilianRails: Cinto de utilidades para desenvolvedores brasileiros

28/janeiro/2009, por RubyBR · 1 Comentário
Categoria: Artigos, Ruby, Ruby on Rails 

O Brazilian Rails é um projeto liderado pelo Marcos Tapajós, e consiste num conjunto de gems para serem usadas com Ruby e com o Ruby on Rails. O objetivo é unir alguns recursos muito úteis para os desenvolvedores brasileiros.

Fazem parte do pacote gems como brcepbrdatabrdinheirobrhelperbrnumeros, etc. Com elas, você pode colocar em sua aplicação Ruby ou Rails uma série de coisas interessantes, como:

  • mostrar data e hota no formato brasileiro;
  • exibir números por extenso;
  • operações com dinheiro, usando nossa moeda;
  • lista dos estados;
  • lista de feriados;
  • mensagens de erro traduzidas;
  • pluralização em português-Brasil;
  • endereço por CEP;
  • entre várias outras coisas igualmente importantes.

Se você desenvolve em Rails, não perca tempo e instale já a gem. Para aprender sobre as funções, consulte a extensa documentação disponível.